O Paraná vai fazer o fechamento sanitário de divisas territoriais, principalmente com Mato Grosso do Sul, para se tornar em 2021 área livre de febre aftosa sem vacinação. A ideia já foi incorporada pelo governador eleito Ratinho Júnior (PSD), que deseja encerrar a imunização obrigatória de bovinos no primeiro semestre de 2019. “O Paraná recebe muitos bois de Mato Grosso do Sul para engorda antes do abate, então vamos criar barreiras para impedir esse trânsito, pois não poderemos ter animais vacinados no Estado”, reforça. Após deixar de vacinar, os paranaenses terão de buscar o reconhecimento do novo status sanitário pelo Ministério da Agricultura e, em seguida, pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE).
Aposta nos suínos. Tornar o Paraná área livre da doença sem vacinação visa a conquistar mercados internacionais. E nem tanto para a carne bovina, pois o rebanho local é pequeno, mas para suínos. Países que pagam mais pela carne de porco, como Japão e Coreia, exigem esse status sanitário. Investimentos bilionários estão sendo feitos no setor paranaense. “Entre eles está o da Frimesa, de R$ 2,5 bilhões, para a construção da maior planta de abate e processamento de suínos da América Latina”, diz Ratinho Júnior.
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