O céu deste sábado, 3 de janeiro, reserva um espetáculo especial para observadores e amantes da astronomia: a primeira superlua de 2026. O fenômeno ocorre quando a Lua Cheia coincide com o perigeu — o ponto de sua órbita em que está mais próxima da Terra — fazendo com que o satélite natural aparente ficar maior e mais brilhante no céu.
Nesta noite, a chamada Lua Cheia do Lobo poderá ser vista até cerca de 14% maior e 30% mais luminosa do que uma lua cheia comum. Embora a diferença nem sempre seja fácil de perceber a olho nu, o efeito visual tende a ser mais marcante quando a Lua surge próxima ao horizonte, no nascer ou no pôr.
O que é uma superlua?
A superlua não é uma fase lunar diferente, mas sim uma coincidência astronômica. A Lua gira ao redor da Terra em uma órbita elíptica, passando por dois pontos principais: o apogeu, quando está mais distante, e o perigeu, quando está mais próxima — cerca de 50 mil quilômetros a menos em relação ao apogeu.
Para que ocorra uma superlua, é necessário que a Lua esteja simultaneamente na fase cheia e no perigeu, algo que não acontece todos os meses. Esse alinhamento específico é influenciado por um fenômeno conhecido como precessão lunar, que altera gradualmente a posição da Lua em sua órbita a cada ciclo.
Segundo especialistas, a distância média da Lua no perigeu é de aproximadamente 356 mil quilômetros, enquanto no apogeu pode ultrapassar 406 mil quilômetros. Essa variação é suficiente para causar o efeito visual que chama a atenção do público, mesmo que não represente um fenômeno científico de grande impacto.
Popularização do termo
Apesar do nome chamativo, o termo “superlua” não possui uma definição científica rígida. De acordo com astrônomos, a expressão ganhou força por facilitar a divulgação científica e despertar o interesse popular, embora alguns profissionais considerem o termo mais “mercadológico” do que técnico. Ainda assim, o fenômeno segue sendo uma ótima oportunidade para aproximar a população da observação do céu.
Superluas de 2026
Além da superlua deste sábado (3), o ano de 2026 contará com outros dois eventos semelhantes:
25 de novembro – Superlua de novembro (Lua do Castor): A Lua cheia ocorrerá próxima ao perigeu, aparecendo ligeiramente maior e até 10% mais brilhante do que o habitual, com melhor observação próxima ao horizonte.
24 de dezembro – Superlua de Natal: Considerada a mais intensa do ano, a Lua cheia da noite de Natal coincidirá com uma aproximação ainda maior da Terra, proporcionando um cenário marcante no céu noturno.
Como observar
Para quem deseja aproveitar o fenômeno deste sábado, a dica é procurar um local com boa visibilidade do horizonte, longe de prédios e iluminação excessiva. Embora a diferença entre uma Lua cheia comum e uma superlua seja sutil, o contexto visual — especialmente ao amanhecer ou anoitecer — torna o espetáculo ainda mais impressionante.
Fonte – Com informações de Olhar Digital.
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