Um idoso de 68 anos foi socorrido após sofrer cerca de mil picadas de abelha enquanto cortava a grama do jardim de sua casa, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. O ataque aconteceu na tarde de segunda-feira (5) e mobilizou familiares e equipes de socorro.
Segundo o Hospital Universitário da Universidade Estadual de Ponta Grossa (HU-UEPG), até a terça-feira (6) o paciente permanecia internado em estado estável. Duas sobrinhas dele também foram atingidas pelas abelhas: uma jovem de 25 anos, que levou cerca de 20 picadas, e uma bebê de 11 meses, que sofreu apenas uma ferroada. Ambas passam bem.
De acordo com familiares, havia um enxame instalado há anos na calha da residência, sem registros de incidentes anteriores. Durante o ataque, o idoso conseguiu se proteger jogando água sobre os insetos. Ainda conforme relatos, ele não é alérgico a picadas de abelha — condição considerada decisiva para que sobrevivesse à gravidade do ocorrido.
Orientações após picadas de abelha
O Ministério da Saúde orienta que, logo após a ferroada, a área atingida seja lavada com água e sabão. Os ferrões devem ser retirados com uma lâmina ou agulha, sem pressioná-los.
“Evite remover com pinças, pois elas podem comprimir o reservatório de veneno, aumentando a quantidade de toxina inoculada na pele”, alerta o órgão.
O Corpo de Bombeiros explica que os ferrões continuam liberando veneno por algum tempo e que a retirada rápida ajuda a interromper esse processo. Em situações de ataque, a recomendação é proteger principalmente o rosto e o pescoço com roupas ou tecidos.
“Se a ferroada ocorrer na cabeça e/ou no pescoço, procure imediatamente atendimento médico”, reforça a corporação.
O médico socorrista Rusllan Ribeiro também destaca que sinais como inchaço intenso, dificuldade para respirar ou mal-estar geral exigem atendimento imediato. Nesses casos, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pode ser acionado pelo telefone 192.
Calor aumenta risco de ataques
O Corpo de Bombeiros do Paraná ressalta que as altas temperaturas e o período de florada favorecem o surgimento de enxames itinerantes e o aumento da população de abelhas nas colmeias. Com isso, cresce também o número de ocorrências envolvendo ataques, já que os insetos tendem a ficar mais agitados e defensivos.
Para prevenir situações de risco, a corporação orienta:
Fonte – Com informações de g1.
Uma mulher moradora da localidade do Vau, no interior de Reserva está desaparecida desde a…
A previsão do tempo para o fim de semana em Reserva indica que, após a…
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e…
A Bunge, empresa líder em soluções para o agronegócio que conecta agricultores a consumidores de…
Mais 32 municípios brasileiros passam a contar, a partir desta sexta-feira (30), com as carretas…
O Departamento de Esporte de Reserva realizará, em fevereiro, uma peneira de futsal com o…