A registradora ainda ressalta que o sistema de Registro de Imóveis exerce papel estratégico na proteção patrimonial ao assegurar transparência nas informações sobre registro de imóveis, segurança jurídica e rastreabilidade desses bens. “Quando o patrimônio é devidamente registrado, há transparência. A publicidade dos atos registrais reduz a possibilidade de ocultação de bens e facilita a identificação de eventuais fraudes. Nosso objetivo é aproximar essa informação das mulheres e mostrar que existem instrumentos legais de proteção”, completa.
A iniciativa integra as ações do RIB no Mês da Mulher e pretende alcançar mulheres em diferentes regiões do país, reforçando o papel do registro imobiliário como instrumento de cidadania e proteção de direitos.
Violência patrimonial
Ainda pouco reconhecida, a violência patrimonial é uma forma silenciosa de violação de direitos, que pode ocorrer dentro de relações conjugais e familiares. Diferentemente da violência física ou psicológica, ela costuma se manifestar de maneira sutil e naturalizada, muitas vezes só sendo percebida no momento da separação ou do falecimento do companheiro.
Entre as situações mais recorrentes estão o controle excessivo do dinheiro, ocultação de bens, retenção de documentos, exclusão da mulher da gestão financeira da família, bens colocados em nome de terceiros ou de empresas para dificultar partilha, empréstimos feitos no nome da companheira e até renúncia de direitos sucessórios sem plena compreensão.
Sobre o RIB
O Registro de Imóveis do Brasil (RIB) é a entidade nacional que representa os oficiais de Registro de Imóveis e reúne 20 associações estaduais, congregando mais de 3.600 registradores. A instituição atua no fortalecimento da segurança jurídica, na modernização do sistema registral e na promoção de um ambiente de negócios mais transparente e eficiente, contribuindo para a proteção da propriedade imobiliária e para o desenvolvimento econômico do país.
Fonte – Assessoria de Comunicação.
























