Reserva reforça orientação sobre sinal universal de socorro para mulheres vítimas de violência

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Um gesto simples com a mão pode representar um pedido silencioso de ajuda para mulheres que enfrentam situações de violência. Conhecido internacionalmente como sinal de socorro, o movimento permite que uma vítima comunique que está em perigo sem precisar falar, o que pode ser fundamental em situações de ameaças, agressões físicas ou intimidação.

O sinal é feito com a palma da mão voltada para frente, o polegar dobrado para dentro e os outros quatro dedos fechados sobre ele, envolvendo o polegar. A iniciativa busca facilitar a comunicação discreta de quem não consegue pedir ajuda verbalmente.

Reconhecer esse gesto é importante para que familiares, amigos e pessoas que estejam por perto possam perceber que alguém pode estar em risco e, quando possível, ajudar a buscar proteção.

Em Reserva, mulheres que enfrentam situações de violência podem contar com uma rede de apoio que envolve a Prefeitura, a Polícia Civil, a Polícia Militar, o Ministério Público e outros órgãos de proteção.

Ao identificar o sinal, a orientação é agir com cautela e priorizar a segurança da vítima e de quem pretende ajudar. Quando for seguro, é possível se aproximar de maneira discreta e amigável, oferecer ajuda e facilitar o acesso a um local público e protegido, como uma unidade de saúde ou um estabelecimento comercial. As autoridades devem ser acionadas para avaliar a situação e prestar o atendimento necessário.

Em casos de agressão em andamento ou de perigo imediato, a Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190.

Para denúncias de violência doméstica que não exijam atendimento emergencial, também estão disponíveis os seguintes canais:

197 – Polícia Civil: para denúncias e informações sobre crimes.

181 – Disque-Denúncia: canal para denúncias de atividades criminosas.

180 – Central de Atendimento à Mulher: serviço de orientação e encaminhamento de denúncias de violência contra mulheres.

Outra opção de atendimento presencial em Reserva é a Casa da Mulher Reservense, localizada na Rua Castelo Branco, no bairro São Francisco, no prédio onde funcionava o antigo PETI.

A violência contra a mulher pode se manifestar de diferentes formas, e nem sempre a vítima consegue pedir ajuda de maneira explícita. Por isso, conhecer os sinais, divulgar os canais de atendimento e agir com responsabilidade diante de uma possível situação de risco são atitudes que podem contribuir para a proteção de quem precisa.

Não ignore um possível pedido de socorro. Uma atitude atenta pode ajudar a interromper uma situação de violência e, em determinadas circunstâncias, salvar uma vida.

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