Na dúvida, não compartilhe! Confira se um conteúdo é verdadeiro ou falso

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A Justiça Eleitoral do Paraná alerta os eleitores para ficarem atentos à desinformação no segundo turno das Eleições 2026. Esses conteúdos enganosos caracterizam-se pelo uso de técnicas de comunicação que induzem a erro ou provocam falsa percepção da realidade por meio da ocultação de informações, minimização da importância de fatos ou dados, modificação do sentido de textos ou, ainda, da mudança de contexto de declarações. Também preste muita atenção se a desinformação não trabalha com insinuações sem embasamento em dados verificáveis.

Como realizar a checagem?

Para evitar a disseminação de conteúdos falsos, a Justiça Eleitoral recomenda o seguinte:

Verifique a fonte da notícia: procure sempre saber quem escreveu o texto ou qual veículo o publicou. Portais de notícias conhecidos e canais oficiais, como os da Justiça Eleitoral, são os mais confiáveis. Se a informação veio de um site desconhecido ou de um perfil anônimo, desconfie.

Leia o conteúdo atentamente, desconfiando de expressões sensacionalistas: manchetes exageradas, com uso excessivo de pontos de exclamação ou termos como “urgente” ou “absurdo”, são táticas para mexer com a emoção. Leia o texto completo para ver se ele traz fatos reais ou apenas opiniões inflamadas.

Cheque a data de publicação do material: muitas vezes, uma notícia real e antiga é compartilhada fora de contexto como se fosse atual para enganar as pessoas. Olhe sempre o dia, o mês e o ano em que o material foi publicado originalmente.

Observe se as imagens ou os vídeos possuem distorções: com o avanço da tecnologia e da inteligência artificial, é fácil manipular e gerar conteúdos (como as deepfakes). Preste atenção se o áudio não bate com o movimento da boca, se há cortes bruscos, fundos borrados de forma estranha ou rostos que parecem artificiais.

Desconfie de erros ortográficos: veículos de comunicação profissionais contam com revisores e jornalistas responsáveis pela gramática. Textos com muitos erros de português, letras maiúsculas em excesso ou formatação confusa geralmente indicam que o material foi produzido às pressas por redes de desinformação.

Evite encaminhar mensagens que incentivem o compartilhamento: correntes que dizem “repasse para todos os seus contatos” ou “não guarde essa informação” são produzidas para se espalhar rapidamente antes mesmo que as pessoas tenham tempo de pensar e apurar a veracidade do conteúdo. Se a mensagem pede um compartilhamento desesperado, desconfie.

Como consultar o local de votação?

Além de conferir pela lista em PDF divulgada pelo TRE-PR, o eleitor pode consultar seu local de votação pelo autoatendimento, disponível no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Basta clicar em “Onde Votar”, na área de “Consultas”. Em seguida, a pessoa deverá informar os dados solicitados (nome, número do Título ou CPF, data de nascimento e nome da mãe) e clicar em “Entrar”.

A consulta de local de votação também pode ser realizada pelo e-Título, aplicativo disponível para download nas plataformas iOS e Android. Nesse caso, o eleitor deverá selecionar a opção “Onde votar”, no menu inferior. A página aberta apresentará informações como o endereço, o número da Seção Eleitoral e da Zona Eleitoral (ZE) e um mapa para a visualização de rotas até o lugar.

Continuou com dúvidas?

Encaminhe o conteúdo para a central de checagem do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) Gralha Confere. O canal recebe dúvidas da população, via WhatsApp (41) 3330-8500, sobre publicações relacionadas à segurança e à legitimidade das eleições.

Conteúdos de desinformação que atingem a Justiça Eleitoral também podem ser enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (SIADE).

Em caso de propaganda irregular, envie para o app Pardal, disponível para iOS / Android.

Fonte – TRE-PR.

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