Justiça recebe denúncia por violência doméstica contra repórter em Ponta Grossa

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O 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Ponta Grossa recebeu a denúncia criminal oferecida pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) contra Marcos Eduardo Rosa dos Santos, conhecido como “repórter Sassá”. Ele é acusado dos crimes de lesão corporal, dano ao patrimônio e descumprimento de medida protetiva, supostamente praticados contra a ex-companheira e a mãe dela.

De acordo com a denúncia, os fatos teriam ocorrido no dia 22 de junho de 2025, por volta das 8h, em uma chácara localizada no município de Ponta Grossa. Conforme o Ministério Público, o acusado teria agredido a vítima com um tapa no rosto e provocado arranhões em uma das mãos. Ainda segundo o relato, ele teria retirado o aparelho celular da mão da ex-companheira e arremessado o objeto ao chão, caracterizando o crime de dano.

Além disso, Marcos Eduardo também responde pelo descumprimento de medida protetiva, relacionada à genitora da ex-companheira. Conforme consta nos autos, no dia 20 de janeiro de 2025, ele teria se aproximado da residência da mulher, contrariando a determinação judicial.

Defesa se manifesta

O advogado Fernando Madureira, que representa o repórter Sassá, informou que o processo segue o trâmite legal normal após o recebimento da denúncia pelo Poder Judiciário. Segundo ele, o acusado deverá ser citado para apresentar defesa no prazo de 10 dias e, posteriormente, será designada audiência de instrução, quando serão ouvidas a vítima, as testemunhas indicadas pelas partes e realizado o interrogatório do réu.

Ainda conforme a defesa, o episódio teria sido um ato isolado na vida do acusado, que é réu primário e não possui antecedentes criminais. O advogado afirmou que Marcos Eduardo confessou a agressão, pediu desculpas públicas à vítima e demonstrou arrependimento. “Inclusive, reparou o dano entregando um aparelho celular novo à ex-companheira”, declarou Madureira.

O advogado também lamentou o que classificou como tentativas de exploração do caso. Segundo ele, “pessoas inescrupulosas estariam tentando fazer da desgraça alheia um pedestal de glória”, utilizando a popularidade do repórter Sassá com fins eleitoreiros.

O caso segue sob análise do Poder Judiciário.

Fonte – Com informações do Portal aRede.

Redação Reserva News

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