Dono da Odonto Excellence é indiciado por homicídio de funcionário em Ponta Grossa

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio do Setor de Homicídios da 13ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, concluiu o inquérito que investigava o assassinato de José Claiton Leal Machado, ocorrido em 19 de abril de 2022. O empresário Oséias Gomes, CEO da empresa onde a vítima trabalhava, foi indiciado como mandante intelectual e financiador do crime.

Segundo a investigação, o homicídio teria sido motivado por conflitos empresariais envolvendo disputas internas e divergências relacionadas à abertura de uma clínica concorrente. Conforme a PCPR, a vítima supostamente tentava assumir o controle da empresa, o que teria gerado uma série de desentendimentos.

As investigações apontaram que o crime foi planejado e executado por meio de uma emboscada em frente à residência de José Claiton. A Polícia Civil afirma que o empresário teria utilizado intermediários e operadores financeiros para organizar a execução do homicídio.

Durante a apuração, os policiais analisaram dados telemáticos, realizaram quebra de sigilos bancários e ouviram diversas testemunhas. Também foram identificadas transferências bancárias ligadas ao investigado para pessoas apontadas como responsáveis pela logística do crime e pagamento dos executores.

O executor direto do assassinato, Diones Henrique Rodrigues Raimundo, já foi condenado pelo homicídio. Outros envolvidos, identificados como Wallax Alves da Silva e João Victor da Gama Cezário, foram pronunciados pela Justiça e aguardam julgamento em liberdade.

Outro nome citado nas investigações é Paulo Santos da Silva, conhecido como “Pastor Paulo”, apontado como coordenador da ação criminosa. Ele foi indiciado, pronunciado e atualmente é considerado foragido.

De acordo com a Polícia Civil, antes de morrer, José Claiton havia relatado a familiares temor pela própria segurança e teria apontado o agora indiciado como principal interessado em um possível atentado contra sua vida.

O empresário foi indiciado por homicídio qualificado, por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O relatório final foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que devem dar sequência às medidas processuais cabíveis.

Fonte – Com informações do Portal aRede.

Redação Reserva News

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