Com o início da colheita de milho no Paraná, o monitoramento de campo está exigindo atenção redobrada dos agricultores durante a segunda safra de milho 2025/26. De acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral), o Estado alcançou uma área recorde na série histórica para a safrinha, com 2,9 milhões de hectares cultivados. O boletim mais recente do departamento mostra que já foram colhidos aproximadamente 14 mil hectares, o que representa menos de 1% da área total cultivada.
Na última semana, a evolução desse ciclo foi acompanhada de perto pelo time técnico da divisão de sementes da Syngenta, ao lado de franqueados e dos produtores das marcas Nidera e NK. O circuito teve início na região de Maringá, no Norte do Estado, e seguiu descendo até o Oeste e Sudoeste paranaense, principais polos produtivos.
As lavouras paranaenses semeadas logo na abertura do plantio registraram um desenvolvimento abaixo do esperado. Segundo o diretor de Agronomia da Syngenta Seeds, Fabricio Passini, as adversidades climáticas iniciais e forte pressão de pragas, com destaque para uma alta incidência de pulgão, têm resultado em produtividades iniciais ligeiramente abaixo da média em algumas áreas, mas sem grandes perdas até o momento. No entanto, a expectativa é de normalização gradativa para o restante das lavouras, impulsionada pela melhora das condições climáticas. Segundo o Deral, mais de 24% da área total já se encontra em fase final de maturação, enquanto o restante segue em desenvolvimento.
Neste momento, o ponto de maior atenção para os produtores é o clima. O registro de chuvas recorrentes na região acendeu o alerta para o risco do aparecimento de problemas ligados à qualidade dos grãos. Além disso, a consolidação do fenômeno El Niño pode prejudicar o índice de luminosidade, necessário para concluir o desenvolvimento das lavouras, e demanda maior atenção dos agricultores para acelerar a colheita assim que as janelas de tempo firme permitirem. Mesmo diante desse quadro de cautela, o potencial produtivo paranaense continua robusto, com estimativa consolidada pelo Deral em 17,5 milhões de toneladas para a safrinha.
Segundo Passini, o investimento tecnológico do agricultor sulista tem se provado o grande diferencial para blindar o teto produtivo contra as instabilidades climáticas. “Mesmo com os desafios na abertura do plantio, a tecnologia aplicada no campo tem se provado um importante fator de proteção do potencial produtivo. O agricultor que investiu em híbridos de alta performance e no manejo fitossanitário correto já começa a perceber o resultado, mesmo com as dificuldades da safra. Nossas redes de franquias NK e Nidera continuam dando todo o suporte consultivo para garantir rentabilidade em cada hectare”, afirma.
O tour técnico das marcas Nidera e NK, que já percorreu o Mato Grosso, continuará rodando pelas principais regiões agrícolas do Brasil ao longo das próximas semanas, incluindo Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
Fonte – Com informações da Syngenta.
























