Renovação Carismática e Paróquia Menino Jesus realizaram “Cerco de Jericó”

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A Paróquia Menino Jesus e a Renovação Carismática Católica (RCC) levaram multidões de fiéis à Igreja Matriz em mais uma edição do Cerco de Jericó, que começou na segunda-feira (25/11). Desta vez, não em encontros semanais, mas diários, e foi encerrado no último domingo (01/12).

Durante as celebrações, o Santíssimo Sacramento percorreu a assembleia para que as pessoas se aproximassem, dando até sete voltas pelos corredores e o meio da Igreja. Padres atuais de Reserva e de outros municípios participam dessa maratona de fé.

Com o tema central “Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia”, do Evangelho de São Lucas, cada dia uma intenção diferente na chamada Derrubada das Muralhas, em alusão aos paredões presentes na cidade bíblica do Antigo Testamento de Jericó, situada às margens do Rio Jordão.  No primeiro dia, o vigário Wagner Oliveira, que rezou, e resumiu a importância deste Cerco.

‘’Alegria em encontra-los neste inicio de semana de bênçãos para nossa paróquia, com este Cerco em 2019, vai se revestir de uma graça ainda maior. Todo ele é consagrado à Virgem Maria’’, disse ele.

Na terça-feira, vinte e seis foi a vez de um velho conhecido da comunidade da Paróquia Menino Jesus, o Padre Jorge Chuchene, ou simplesmente Padre Jorginho. No final ele deixou uma mensagem de gratidão pelo tempo em que esteve como vigário local.

‘’O padre sai com o coração extremamente agradecido por encontrar tantas pessoas queridas. Quando o padre ia andando com o Santíssimo, via o rosto das pessoas, lembrando os momentos felizes que tivemos, encontros fraternos; deixou muito feliz’’, compartilha Chuchene.

Na última quarta-feira quem rezou foi Padre Alexandre, recém-ordenado padre na Paróquia em Tibagi. ‘’Fui convidado para rezar aqui com vocês o terceiro dia do Cerco. Espero que esteja realizando grandes coisas na vida de cada um’’, falou.

De acordo com a RCC, a origem do Cerco de Jericó como conhecemos atualmente, se deve a primeira visita do papa São João Paulo II, em sua terra Natal, Polônia, em 1979. Era o 91º aniversário do martírio de santo Estanislau, Bispo de Cracóvia. No final de novembro de 1978, 7 (sete) semanas depois do Conclave que havia eleito João Paulo II, a Rainha Vitoriosa do Santo Rosário, Maria Santíssima deu uma mensagem precisa a uma fiel polonesa, onde dizia: “Para a preparação da primeira peregrinação do Papa à sua Pátria, deve-se organizar na primeira semana de maio de 1979, em Jasna Gora, um Congresso do Rosário: 7 dias e 6 noites de rosários consecutivos, diante do Santíssimo Sacramento exposto”.

Na homília do sétimo e o último dia, Margon fez um relato pessoal sobre uma missão em São Paulo, e comparando com a caminhada que chegava ao fim de mais um Cerco de Jericó. ‘’As principais muralhas que devemos buscar derrubar estão em nosso interior. São os nossos vícios, os muros que nos separam dos irmãos. Quantas pessoas no mundo sem esperança? Domingo (24) estávamos em missão em Sorocaba, quantas pessoas os freis ouviram que estavam desanimadas. Nós, cristãos católicos, não podemos permitir que o desalento tome conta. Uma das muralhas que devemos rezar para ser derrubada é o abatimento’’ comentava.

Ainda estiveram no Cerco deste ano os padres Pedro, na quinta, Cristiano, na sexta, Fábio Sejanoski no sábado.

Matéria e Foto de Alan Prodelik

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